NAMAHA traz a nós a mensagem que não sofreremos se aceitarmos as coisas que não podemos mudar. No entanto, dentro da interpretação também é nosso dever e necessário que tenhamos coragem para mudar as coisas que permitem mudanças.
Essas informações geram questionamentos em nossas mentes ocidentais e até mesmo conflitos. Entretanto, se buscarmos a sabedoria que não é apenas o conhecimento adquirido por livros, cursos, mas sim pelo autoconhecimento, o conhecimento de si mesmo, da sua própria essência, se torna simples conhecermos o que pode ser mudado por nós e o que não pode. Percebemos, portanto, que aquilo que não temos controle deve apenas ser aceito e, assim, o sofrimento não persiste.
“A dor é inevitável, o sofrimento opcional”. Carlos Drummond de Andrade
A FLOR DE LÓTUS
A flor de Lótus é venerada na Índia e no Japão, e era tida como a flor símbolo da espiritualidade; a mais admirada de todas por suas qualidades. Ela nasce no lodo e só se abre quando atinge a superfície, onde só então mostra suas luminosas e imaculadas pétalas, que são auto-limpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microorganismos e poeiras. A flor de Lótus representa a vida longa, a saúde, a honra e a sorte.
LÓTUS e NAMAHA
Nosso símbolo e nosso nome representam o nosso trabalho que é estimular o praticante a desabrochar de seus lodos (estresse, medos, cansaço, mágoas, depressão...) para o seu Lótus interno, ou seja, para a paz profunda, para a felicidade, a sua verdadeira essência. Assim, torna-se capaz de aceitar sem resistência a situações, pessoas, acontecimentos, e se disponibiliza às mudanças necessárias com plena sabedoria.
Nesta atitude de entrega, toda a prática realizada em um nível técnico corporal e em um nível mental de concentração disponibiliza a integração corpo-mente e o equilíbrio emocional e energético do ser desenvolvendo a paz profunda e permanente, o “Lótus interno”.